quarta-feira, 31 de julho de 2013


  • Capitalismo e destrutividade do meio ambiente    

 
A poluição do ar está tirando, no norte da China, quase seis anos de vida das pessoas! Estudo feito por especialistas chineses, americanos e israelenses mostra o criminoso legado de uma política econômica desastrada que distribuiu carvão de graça para o aquecimento residencial. Isso provocou doenças cardíacas e respiratórias em 500 milhões de pessoas do norte do país, cujas vidas estão sendo encurtadas, em comparação com as pessoas do sul (Valor Econômico de 09/07/13, pág. A9). Claro que também muitas vidas foram salvas ao evitar o frio do inverno. Mas o progresso e o crescimento econômico devem ser pensados para o bem da humanidade, não para a sua destruição. 
Se um sujeito desfere um tiro e mata outra pessoa, não em legítima defesa, é tido como criminoso. E por que não dizer que é criminoso quem mata outras pessoas como decorrência de uma atividade econômica ou de um produto? Não podemos mais, em pleno século 21, aceitar a destruição do nosso planeta, sobretudo quando produto de um capitalismo egoísta e aético. Para além de criador de oportunidades e de avanços, o modelo capitalista neoliberal e neoescravagista também se caracteriza pela injustiça e pela destrutividade. 
A impaciência com as instituições políticas que governam o planeta bem como os sinais mais do que evidentes de exaustão da economia de mercado livre, sobretudo depois da crise financeira de 2008, nos EUA (sub-prime), recheada de condutas escandalosamente ilícitas, conduzem à elaboração de uma mudança profunda, mesmo porque não se pode ignorar que a base de sustentação da acumulação primitiva do capital é também a destruição de tudo quanto diz respeito à vida: destrutividade da natureza (do meio ambiente), do emprego (o Brasil, nesse item, ainda é uma das raras exceções, mas já caminha para o sinal amarelo, com os números de maio de 2013), da segurança e, acima de tudo, de muitos seres humanos que se transformaram em “lixo” (consoante Bauman). 
A deteriorização do meio ambiente e a ameaça à sustentabilidade, como enfatiza Amartya Sen (Desarrollo y crisis global, págs. 52 e ss.), são adversidades compartilhadas que o mundo tem que enfrentar de maneira coletiva. “A cegueira da economia de mercado em relação às preocupações ecológicas foi identificada por muitos como uma causa importante de preocupação no momento de avaliar as perspectivas futuras”. A destruição do meio ambiente, concluiu o autor citado, requer um enfoque global e não uma análise contratualista limitada a um estado soberano. Necessitamos, nessa área, de um acordo institucional internacional. Há uma série de assuntos, no mundo globalizado, que fogem da esfera privada de cada soberania. Além da sustentabilidade do meio ambiente, o tema das drogas se insere nesse rol.
 Temos capacidade para transformar o meio em que vivemos (a biosfera), podendo conduzir nosso comportamento tanto para seu aprimoramento como para sua destruição (somos um “homo faber”, ou seja, fabricamos nossa realidade). Nós é que fazemos nossas eleições, dentro de certas circunstâncias. De qualquer modo, o mundo que criamos também nos recria. Inventamos a internet, e hoje é ela que nos reinventa diariamente. Sendo assim, se inventamos algo aético (ou cujo uso seja aético), ele se volta contra nós dessa mesma maneira. Também a técnica não é um mundo alheio à moral (e à ética), como enfatiza fortemente Carlos París (Ética radical). 
Nós interagimos com a natureza, com a tecnologia, com os animais e com os seres humanos. E não podemos fazer isso de forma irresponsável. Respeito ao próximo tem hoje o significado de respeito a tudo que nos cerca vitalmente (tudo e todos). Fala-se aqui em “dilatação das nossas responsabilidades,ou  seja,danossaética”(C. París).                                                                                            FONTE  http://www.jb.com.br/sociedade-aberta                           

Conselho discute propostas para a Conferência Municipal do Meio Ambiente

A reunião acontece nesta quarta-feira, 31, às 19 horas, na Câmara Municipal do Guarujá

Assessoria de Comunicação
O Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema) realiza a segunda reunião ordinária de 2013, nesta quarta-feira (31), a partir das 19 horas, na Câmara Municipal de Guarujá, localizada na Avenida Leomil, 291, no Centro.
O órgão convoca todos os conselheiros e convida associações e entidades para participar da discussão de propostas que serão apresentadas na Conferência Municipal do Meio Ambiente, quando também serão indicados os candidatos a delegados na Estadual.
Todos membros do Condema são candidatos natos. A eleição dos delegados acontece neste sábado (3), durante a Conferencia Municipal, que será realizada na Escola Dirce Valério Gracia, localizada na Avenida Don Pedro, 340, das 8 às 17 horas. Os delegados escolhidos participarão da Conferência Metropolitana, que será realiza dias 16 e 17 de setembro, no Campus Don Idílio da Universidade Católica de Santos (Unisantos). Os eleitos também participarão da Conferência Estadual, que será realizada na capital.
As Conferências de Meio Ambiente tem por objetivo promover o debate sobre a política nacional de resíduos sólidos e deliberar propostas para a Conferência Nacional, que será realizada de 24 a 27 de outubro, em Brasília.
O tema central Resíduos Sólidos será dividido em quatro eixos temáticos: produção e consumo sustentável; redução de impactos ambientais; geração de emprego, trabalho e renda e educação ambiental.

A responsabilidade desta matéria é da prefeitura de Guarujá.                                               FONTE WWW.DIARIODOLITORAL.COM.BR

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Diabetes cada vez mais cedo No Brasil, existem 13 milhões de diabéticos. 
Apesar disso, a população desconhece a doença. Metade não recebeu o diagnóstico. Outra realidade preocupa: é crescente o número de casos em crianças e jovens

Gláucia Chaves
Publicação: 21/07/2013 08:00 Atualização: 20/07/2013 22:02

 (Janine Moraes/CB/D.A Press)

Por vezes, a saúde quebra paradigmas. É comum que uma pessoa na terceira idade não esteja com o organismo funcionando a todo vapor, por exemplo. Muito se escuta, porém, sobre como os idosos estão ativos hoje em dia. Da mesma maneira, uma criança e um adolescente têm funções fisiológicas perfeitas, vitalidade, robustez. Acontece que, cada vez mais, doenças atribuídas aos mais velhos, como a diabetes, fazem parte da rotina infantil. Embora o Ministério da Saúde não tenha números oficiais sobre a incidência de diabetes nessa faixa etária no país, muitos estudos acadêmicos já mostram que a doença atinge pacientes cada vez mais jovens. Outro detalhe preocupante é que, de acordo com outros estudos, a diabetes ainda é subestimada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), 13 milhões de brasileiros têm diabetes, mas podem não saber disso: metade dos que já desenvolveram o distúrbio não conhece o diagnóstico.

Muitos desconhecem os principais sintomas e, principalmente, o real alcance da enfermidade. Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos em maio deste ano mostrou que 10% da população brasileira fazem parte de um grupo de risco para o diabetes. Desses, 60% não têm ideia de que têm muitas chances de adoecer. E o mais alarmante: dos que estão na iminência de ficarem diabéticos e não sabem disso, 73% considera nada ou pouco provável ter a doença em algum momento da vida. Talvez os números reflitam um certo desconhecimento sobre os pormenores do problema, já que 41% associaram o mal à velhice. É um erro. O número de casos é crescente em jovens, como Luís Eduardo, 23 anos, e em crianças.

Luís foi diagnosticado aos 12 anos, porém os sintomas apareceram alguns anos antes. Aos 9 anos, tinha a alimentação desregrada, quase exclusivamente composta por doces. Frutas e verduras, claro, não faziam parte do cardápio. Exercícios físicos também não eram muito a praia de Luís. Aos 11 anos, ele começou a jogar basquete, para tentar perder todo o sobrepeso que adquiriu com a rotina preguiçosa. "Perdi peso muito rapidamente nessa época", relembra. O emagrecimento foi tão rápido que parecia suspeito. Quem viu primeiro que o menino andava "esquisito" foi a avó. "Eu estava muito enfatigado, desidratado, acordando muitas vezes à noite para fazer xixi", enumera o estudante. "Sempre muito cansado, e todos relacionavam isso ao basquete."

Após uma tarde na casa da avó, se empanturrando de doces e guloseimas, ela aconselhou aos pais de Luís que talvez fosse melhor levá-lo ao médico. Luís fez um exame de sangue e foi mandado de volta para casa. "Cheguei e tomei um copo de leite com chocolate quente, para poder dormir mais facilmente", conta. "Só me lembro de apagar e acordar no hospital." De madrugada, os médicos ligaram para a família para revelar o resultado do exame: a glicemia de Luís estava em 600 miligramas de açúcar por decilítro de sangue (mg/dL). Uma pessoa saudável, em jejum de oito horas, apresenta nível glicêmico igual ou inferior a 99. "Isso tudo sem contar o leite com chocolate", completa. "Passei um mês internado, me reidratando e me adaptando aos novos padrões alimentares e à insulina."

A partir desse dia, tudo mudou. Dentro de casa, os pais, que também não conheciam a diabetes a fundo, também procuraram se adaptar. O açúcar do suco e do café foi substituído por adoçante, refrigerantes normais trocados pela versão diet e as sobremesas incrementadas feitas pela avó foram inovadas com aspartame. "Você tem que mudar muita coisa. Mas precisa mudar exatamente porque os padrões que você vai adquirindo é que não são compatíveis com uma vida saudável", analisa Luís. "Você é forçado a levar uma vida que todos deveriam levar." A doença, inclusive, serviu como inspiração para a escolha da futura profissão. Hoje estudante de nutrição da UnB, Luís quer usar seus conhecimentos para ajudar pessoas que passam pelo mesmo problema. "Ver meu pai buscando informações para me ajudar foi muito motivador", explica.

Leia a reportagem completa na edição nº 427 da Revista do Correio.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2013/07/21/interna_revista_correio,377771/diabetes-cada-vez-mais-cedo.shtml

quinta-feira, 18 de julho de 2013

17/04/2013
Portas Abertas à Cidadania em Encontro Internacional de Educação Fiscal

O Grupo de Educação Fiscal do Distrito Federal (GEF/DF) apresentou na manhã desta quarta-feira (17/10) o projeto Portas Abertas à Cidadania, voltado à crianças do 5° e 6° ano do Ensino Fundamental das escolas públicas do Distrito Federal, durante o I Encontro Internacional de Intercâmbio Técnico em Educação Fiscal, iniciado ontem e que segue até sexta-feira (19/04) na Escola de Administração Fazendária (ESAF). 
Criado em parceria entre as secretarias de Fazenda e de Educação, o Portas Abertas à Cidadania tem o objetivo de disseminar conceitos sobre a importância dos tributos e seu papel em nossa sociedade, além de temas transversais à ética e cidadania.
 
“É importante demonstrar aos Estados e países participantes do evento o trabalho que vem sendo feito pelo Grupo de Educação Fiscal daqui. O projeto vem dando bastante resultados e superando as expectativas”, comentou a subsecretária de Administração Geral da Fazenda, Eunice de Oliveira Ferreira Santos.
 
Eunice defendeu a importância da nova geração de brasileiros vivenciarem a política tributária que irá colaborar diretamente para ajudar a construir a formação dos jovens cidadãos. “É essencial que os participantes do projeto entendam para que serve o dinheiro arrecadado com os impostos e descobrir que exercer a cidadania é muito mais que pedir nota fiscal”, acrescentou.
 
Por conta do engajamento alcançado junto às escolas do DF, a partir de maio o Portas Abertas à Cidadania irá ser expandido por meio de parceria com o Banco Regional de Brasília (BRB), informou Eunice “Após esse convênio será possível levar conhecimentos tributários e de cidadania a mais de 30 mil alunos por ano”, informa Eunice.
 
Participantes do Encontro
 
Promovido pela ESAF, em parceria com o Ministério da Fazenda de El Salvador e o Eurosocial (Programa de Cooperação Técnica entre a União Européia e a América Latina), o encontro pretende promover o intercâmbio de conhecimentos entre os países e estados participantes, além de apoiar reformas nas instituições e nas políticas públicas que tratam da Educação Fiscal.
 
Além do Brasil e de El Salvador participam Costa Rica, Paraguai, Chile, Bolívia, México, Equador, Uruguai, Guatemala, Peru e Honduras.
 


                     Imagens gentilmente cedidas do acervo fotográfico do Prof Davi Silva Fagundes
 
 

Educação Fiscal no Distrito Federal

I Seminário de Transparência e Controle Social (Educação Fiscal) no Centro de Ensino Fundamental 19 - Taguatinga Norte
 
Data: 13/05/2013          
 
O Centro de Ensino Fundamental 19 de Taguatinga Norte, realizou o I Seminário de Transparência e Controle Social, numa parceria inédita com a CGU - Controladoria Geral da União e GEF-DF Grupo de Educação Fiscal do Distrito Federal, ação conjunta com a Secretaria de Educação e de Fazenda do Distrito Federal.
 
Os Professores Álvaro e Maíra da Controladora Geral da União e o Professor Cícero, brindaram o público escolar com palestras informativas a respeito do Tema: Corrupção, Transparência e Controle Social, do Programa do Governo do Distrito Federal - Portas Abertas para a Cidadania, além de apresentar as consequências da falta de controle social pela sociedade nos gastos públicos e na melhoria das condições dos serviços públicos prestados pelo Estado à Sociedade.
 
Os Alunos e Professores estavam atentos para as informações apresentadas pelos expositores e parabenizaram os mesmos pela apresentação e a necessidade da sociedade se envolver mais no Controle Social e na Transparência dos serviços prestados à coletividade.
 
Os alunos dos 6ºs anos fizeram um levantamento dos problemas encontrados na Escola e apresentaram uma lista desses problemas à vários parlamentares da Câmara Legislativa do Distrito Federal, que estão sensibilizados e apresentaram ao Governo do Distrito Federal, indicação para a melhoria estrutural dos serviços prestados pelo Centro de Ensino Fundamental 19 - Taguatinga Norte à Comunidade Escolar e Local.
 


 
Vídeo Institucional do Programa Portas Abertas para a Cidadania

http://www.youtube.com/watch?v=P33YWCoQmwA

Maiores informações sobre o Programa Portas Abertas para a Cidadania

Fonte: http://www.esaf.fazenda.gov.br/noticias/gdf-lanca-projeto-201cportas-abertas-a-cidadania201d

REVISTA EXAME

EXAME Fórum | 31/10/2011 18:02
 Marina Silva aponta os 7 pilares da sustentabilidade

Em palestra no EXAME Fórum, em São Paulo, a ex-ministra do Meio Ambiente afirmou que o mundo vive diversas crises ao mesmo tempo

Luís Artur Nogueira, de 
Marina Silva fala no EXAME Fórum Sustentabilidade
 

Marina Silva, no EXAME Fórum Sustentabilidade: "A corrupção é um problema nosso"

 São Paulo – “O desenvolvimento sustentável não é uma maneira de fazer, é uma maneira de ser.” A afirmação foi feita pela ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que participou nesta segunda-feira do EXAME Fórum de Sustentabilidade, em São Paulo.
 

“O ser sustentável do século XXI não diz respeito apenas ao fazer. O ser sustentável do século XXI diz respeito a uma visão de futuro, a um ideal de vida a ser vivenciado agora e no futuro. É uma maneira de ser.”

Em palestra a uma plateia de empresários e especialistas, Marina disse que o conceito amplo de sustentabilidade envolve sete dimensões – e não apenas as quatro descritas pela ONU. Além da sustentabilidade econômica, social, ambiental e cultural, Marina incluiu a ética, a política e a estética (veja as definições abaixo e na próxima página).

Candidata a presidente da República no ano passado, Marina Silva destacou que o mundo vive uma grave crise econômica gerada por uma crise de valores. “Dos sete bilhões de habitantes do planeta, 2,5 bilhões vivem com menos de dois dólares por dia. A crise econômica foi produzida por falta de valores, e não por falta de operadores no mercado financeiro. Os títulos triplo A era podres e alguém disse que eles era mega-power-seguros.”

Isso gerou, segundo ela, revolta nas pessoas em vários países. "A crise de valores pode nos colocar diante de uma coisa muito dramática porque os problemas não são técnicos, são éticos." Marina afirmou ainda que há problemas na política – citou a corrupção no Brasil –, além de uma crise ambiental “grave e severa”. São diversas crises ao mesmo tempo.

Veja as definições dos sete pilares da sustentabilidade feitas por Marina Silva

Sustentabilidade econômica "Transformar as vantagens comparativas em vantagens competitivas. Precisamos ser capazes de transformar os recursos naturais e os bens e serviços que produzimos em melhoria da qualidade de vida das pessoas, em saúde, educação, entretenimento, vida digna e plena para as pessoas. Enfim, um mundo melhor de viver."
 
Sustentabilidade social "Equilibrar os princípios de equidade, buscando fazer com que a vida de todas as pessoas possa ser digna de ser vivida."

Sustentabilidade ambiental "Utilizar os recursos de tal forma que as necessidades de vida digna e plena possam ser satisfeitas sem comprometer a vida digna e plena daqueles que ainda não nasceram."

Sustentabilidade cultural "Se nós não formos capazes de ter um modelo de desenvolvimento que preserve a diversidade, temos um problema. Não há inovação na mesmice, só há inovação na diversidade. Sem ela, entramos em erosão cultural."

Sustentabilidade ética "Nós somos seres que nos importamos uns com os outros, com os que estão aqui e com os que virão no futuro. Isso se chama laço social ou aliança intergeracional. Isso não se resolve na técnica, isso se resolve na ética. Se eu não me importo com os que ainda vão nascer, eu vou destruir os recursos de milhares e milhares de anos pelo lucro de apenas algumas décadas. Isso é um fim da espécie humana."

 Sustentabilidade política  "Tem a ver com o que estamos fazendo aqui. As pessoas estão reunidas, debatendo, tentando criar uma maioria, um espaço de convergência para que todos nós possamos nos movimentar numa outra direção. Se os recursos naturais são finitos, nós temos que trabalhar no sentido de que cada vez se produza mais com um menor volume de recursos naturais. Não tem um salvador da pátria. Não será a Marina, não será a Dilma, não será o Obama. Seremos nós, que temos que assumir isso como um valor. Nós geralmente queremos terceirizar os problemas. A gente gosta de se enganar. A gente quer que alguém prometa que vai resolver o problema da corrupção. Lamento, mas a corrupção não é um problema da Dilma, do Serra, do Lula, do Fernando Henrique, do Itamar, nem do Collor. A corrupção é um problema nosso. Isso é a sustentabilidade política. Enquanto a corrupção for um problema da Dilma, teremos corrupção. Quando virar um problema nosso, pode ter certeza de que haverá uma qualidade para as instituições brasileiras."

Sustentabilidade estéticaa"Algumas coisas têm valor simbólico e não puramente econômico. O Pão de Açúcar (no Rio de Janeiro) pode não ter nenhuma liquidez, mas nenhum de nós vai deixar destruir o Pão de Açúcar para virar brita. Isso é sustentabilidade estética."


quarta-feira, 10 de julho de 2013

CLDF - Indicação do Deputado Agaciel Maia para melhoria do CEF 19

O trabalho dos Alunos do Centro de Ensino Fundamental 19 - Taguatinga Norte, com o desenvolvimento do Projeto Adote Um Parlamentar, está rendendo resultados junto a Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Recentemente o Deputado Agaciel Maia, através da Indicação apresentada à Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do Distrito, nº 11.423/2013, sugeriu ao Excelentíssimo Senhor Governador do Distrito Federal, por intermédio da Secretaria de Estado de Educação do, a reforma do Centro de Ensino Fundamental nº 19 de Taguatinga Norte - RAIII, conforme resultado de pesquisa realizada no banco de dados da CLDF, resultado da pesquisa abaixo.

Parabéns ao Deputado Agaciel Maia pela iniciativa e aos alunos, Professores, Funcionários, Direção e Pais do Centro de Ensino Fundamental 19 - Taguatinga Norte que querem e buscam o melhor para os seus alunos, maior qualidade das instalações na Escola para desenvolver suas atividades pedagógicas e projetos em prol da formação de Cidadãos dignos para a Sociedade, envolvidos com os problemas e soluções do Distrito Federal e de Taguatinga.

Fonte: http://www.cl.df.gov.br/proposições

Resultado da Pesquisa : 1
1 IND 11423/2013 SUGERE AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, POR INTERMÉDIO DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, A REFORMA DO CENTRO DE ENSINO FUNDAMENTAL Nº 19 DE TAGUATINGA NORTE - RA III.